Secretário de Fazenda de MG vai comandar pasta no DF

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Responsável pelas finanças no governo de Antonio Anastasia terá a missão de equilibrar as contas na capital federal. Rodrigo Rollemberg anunciou os novos secretários hoje
Ignácio Junior
Direto de Brasília

Leonardo Colombini é servidor aposentado do Banco Central e formado em ciências contábeis
Foto: Lúcia Sebe / Imprensa MG
Atual secretário de Fazenda de Minas Gerais, Leonardo Colombini vai continuar no cargo em 2015, mas em uma nova unidade da federação. Ele foi anunciado nesta segunda-feira (15) como o futuro comandante da pasta no Distrito Federal pelo governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), junto com os ocupantes de outras 25 secretarias do novo governo. “São todos apaixonados por Brasília e com o compromisso com o povo”, afirmou Rollemberg na cerimônia desta segunda-feira.

Colombini ocupa o cargo desde que Antonio Anastasia (PSDB) assumiu o governo de Minas Gerais, em 2010. Mesmo com a saída do tucano para concorrer ao Senado, ele permaneceu no comando da Fazenda quando Alberto Pinto Coelho (PP) assumiu o Palácio da Liberdade. Servidor aposentado do Banco Central, Colombini é formado em ciências contábeis com especialização em administração financeira e economia e em auditoria, administração, economia e finanças. Já foi assessor da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso e passou por diversos cargos na equipe econômica mineira.

A principal missão do futuro secretário da Fazenda será equilibrar as contas do Distrito Federal. O déficit previsto para este mês, de acordo com a equipe de Rollemberg, pode chegar a R$ 3,8 bilhões. O pessebista já disse que pretende aumentar a receita e diminuir as despesas, mas ainda não elaborou um plano para isso ocorrer. O atual governo, de Agnelo Queiroz (PT), nega o valor e que a capital começará o próximo ano com um rombo nas contas.

Além de Colombini, o governador eleito apresentou outros 25 secretários. Amarrado por um projeto aprovado na Câmara Legislativa, ele por enquanto não poderá extinguir cargos ou secretarias. O que fez, por enquanto, foi fundir pastas e mudar o nome de algumas. A Secretaria de Habitação, por exemplo, virou Gestão do Território e Habitação. Já a de Obras entrou no guarda-chuva da Infraestrutura e Serviços Públicos. As áreas ligadas a direitos humanos estarão restritas a uma secretaria, a da Mulher, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.

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Entre os nomes anunciados estão a consultora do Senado Leany Lemos para a Secretaria de Planejamento e de Hélio Doyle, coordenador do grupo de transição, para a chefia da Casa Civil. Rompendo uma prática comum no Distrito Federal, onde os comandantes da pasta da Segurança Pública eram ou generais da reserva ou delegados da Polícia Federal, o cargo ficará com o sociólogo Arthur Trindade, professor adjunto do departamento de sociologia da Universidade de Brasília (UnB).

Fonte:Noticias Terra

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