Audiência Pública reúne mais de 300 moradores do Sol Nascente e Pôr do Sol

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A Audiência Pública foi um verdadeiro sucesso!  Pôr do Sol e Sol Nascente representaram com muita força a comunidade. Mais de 300 moradores participaram do evento que aconteceu na Praça da Cruz, na tarde desta segunda-feira (18) e discutiu a política de regularização fundiária da região. O deputado Bispo Renato Andrade, autor da iniciativa, declarou que “o Estado tem a obrigação de atender e acolher estas pessoas”.

Entre as áreas em discussão, está o parcelamento Nova Jerusalém, expansão do Condomínio Sol Nascente em conjunto com o Pôr do Sol. O deputado afirmou querer abrir um canal de diálogo entre a comunidade e as autoridades públicas para encontrar soluções legais para os problemas encontrados na região. “Vou apelar para a sensibilidade do governador Rollemberg e encaminhar cada uma das demandas levantadas nesta audiência. Eu quero saber exatamente qual a resposta do governo. Quem tem direito precisa ser respeitado”, acrescentou Bispo Renato.

Conflitos

Em março deste ano, houve confronto entre policiais e a comunidade para a desocupação do parcelamento. “É preciso estabelecer o devido diálogo com a população. Derrubadas e ameaças não vão resolver o problema, por isso, a Audiência Pública é um importante espaço para discussão e busca de soluções para essa situação”, observou Bispo Renato.

O Fórum de Prefeituras Comunitárias de Ceilândia levou ao gabinete do deputado Bispo Renato um dilema vivido por mais de 450 famílias residentes no Condomínio Nova Jerusalém: a luta pelo direito à moradia. Segundo a comunidade, desde o anúncio das derrubadas, as famílias que ali residem não conseguem trabalhar, dormir e viver em paz, pois estão sofrendo com as constantes ameaças divulgadas pela imprensa, por parte do Governo do Distrito Federal e movimentos com interesses financeiros para o setor.

“Além da habitação, os moradores também clamam por melhorias no setor, como saúde, segurança e transporte público. São centenas de pessoas pedindo as mínimas condições para viver nesta região e repito: o Estado tem a obrigação de acolher estas pessoas. Eu vou cobrar uma posição do governo. A situação não pode continuar do jeito que está”, concluiu Bispo Renato Andrade.

Fonte: Assessoria

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