Para mulheres, candidatura feminina ainda é surreal

candidatura surreal

É assustadora a ideia de uma mulher concorrer a um cargo eletivo. Dados confirmam que a cota de 30% é usada apenas para driblar a lei. Para se ter noção, dados confirmam que nas eleições municipais de 2016, uma em cada oito candidatas não receberam votos.

Candidatura fictícia configura crime de falsidade ideológica eleitoral, podendo resultar em perda de mandato dos envolvidos na trama partidária.

A participação feminina da mulher na política é ainda um projeto que precisa ser debatido e estudado. No dia 11/05 a Procuradoria Geral da República promoverá audiência pública sobre a participação da mulher na política.

Faça sua inscrição no site: http://www.mpf.mp.br/mulheresnapolitica

 

Cris Oliveira

 

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